Sob o olhar que acolhe: sensibilidade e (in)compreensão na escola

Autores

DOI:

https://doi.org/10.14244/198271994794

Palavras-chave:

c

Resumo

 
Este artigo, de natureza teórica e documental, é um exercício de compreensão e sensibilidade para professores por meio de um enredo muito particular. Optou-se pelo filme “Como estrelas na Terra – Toda criança é especial” (2007), dirigido por Aamir Khan, que projeta caminhos para refletir sobre as ações de acolhimento no ambiente escolar. Com ele, espera-se pensar maneiras de despertar o olhar compreensivo de docentes para alunos com as mais diversas condições físicas e/ou neuropsicológicas, tendo em vista que a experiência de trabalho compartilhada entre professores oferece espaço privilegiado para reflexões como essa. Para a presente pesquisa, considera-se que os enredos fílmicos podem contribuir para repensar e compreender a educação; os subsídios teóricos para o debate estão atrelados ao conceito de pensamento complexo de Edgar Morin, ao tratar da sensibilidade e compreensão. A percepção adotada é a de que os enredos podem oferecer a oportunidade de pensar as diferentes condições que os alunos apresentam na escola e ilustrar caminhos para acolher essas crianças com dignidade e respeito. O filme pode auxiliar os envolvidos a partir de uma educação que promove a transição do olhar excludente para o olhar acolhedor, nesse sentido oferece a possibilidade de ampliar e enriquecer uma discussão urgente.

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Biografia do Autor

Maria Matilde Matilde Antonelli, Universidade Nove de Julho UNINOVE

Doutoranda pela Universidade Nove de Julho, Mestre em Educação titulada pela Universidade Metodista de São Paulo (2009). Professora Prefeitura Municipal de Santo André. Possui graduação em PEDAGOGIA pela Faculdade de São Bernardo do Campo (2000) e Pós graduação Lato Sensu em Violência Doméstica pela Universidade de São Paulo - USP - (2003). Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Alfabetização.

Cleide Rita Silvério Almeida, Universidade Nove de Julho (UNINOVE)

Pós-doutorada pelo Centro de Estudos Transdisciplinares Sociologia, Antropologia e História (CETSAH), atual Centro Edgar Morin, unidade da Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais (EHESS) em Paris (França) associada ao Centro Nacional de Pesquisa Científica (CNRS). Doutora em Educação pela Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP) e Mestre em Educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP). Bacharel e Licenciada em Filosofia pela PUC-SP. Pesquisadora em Educação e Complexidade. Coordenadora Grupo de Pesquisa em Educação e Complexidade – GRUPEC cadastrado no CNPq e sediado na Universidade Nove de Julho (UNINOVE), em São Paulo, onde é Professora do Programa de Pós-Graduação em Educação.

Saulo de Oliveira Pena, Universidade Nove de Julho (UNINOVE)

Mestre em Educação pela Universidade Nove de Julho – UNINOVE e licenciado em pedagogia pela mesma instituição. Graduado em Letras pelo Centro Universitário Fundação Santo André, é especialista em práticas de ensino em língua portuguesa, com pós-graduação pela UNICAMP. Leciona esta disciplina pela rede pública de ensino em São Paulo há 15 anos.

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Publicado

26-06-2024

Como Citar

MATILDE MATILDE ANTONELLI, M. .; RITA SILVÉRIO ALMEIDA, C. .; DE OLIVEIRA PENA, S. . Sob o olhar que acolhe: sensibilidade e (in)compreensão na escola. Revista Eletrônica de Educação, [S. l.], v. 18, p. e479468, 2024. DOI: 10.14244/198271994794. Disponível em: https://www.reveduc.ufscar.br/index.php/reveduc/article/view/4794. Acesso em: 17 jul. 2024.

Edição

Seção

Demanda Contínua - Artigos
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